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	<description>CONVENÇÃO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS</description>
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	<title>Portal CADB</title>
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		<title>Tome cuidado com o que assiste!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Samuel Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há alguns anos, um dos maiores negociantes de ouro dos Estados Unidos publicou aos quatro cantos, através da grande mídia bem paga, um grande negócio em compra de ouro para pequenos investidores, especialmente trabalhadores. Ele alardeava ter guardadas em depósito num cofre de sua empresa, como garantia, barras de ouro no valor de 2 milhões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, um dos maiores negociantes de ouro dos Estados Unidos publicou aos quatro cantos, através da grande mídia bem paga, um grande negócio em compra de ouro para pequenos investidores, especialmente trabalhadores. Ele alardeava ter guardadas em depósito num cofre de sua empresa, como garantia, barras de ouro no valor de 2 milhões de dólares. Denunciado e apanhado em flagrante por fraude, o promotor indicado para o caso obteve uma ordem judicial para abrir os cofres da companhia e confirmar a veracidade ou não da acusação. Quando o cofre foi aberto, estava aparentemente cheio de barras de ouro. Entretanto, uma inspeção mais detalhada revelou que só havia ali algumas dezenas de barras de madeira pintadas de dourado.</p>
<p>Muitos investidores inocentes perderam grande soma de dinheiro, quando ficou provado que uma alardeada afirmação midiática tida como verdade, mas não checada, depois ficou comprovado, era de fato uma grande mentira.</p>
<p>Bem, isto aconteceu no mundo dos negócios. Mas todo santo dia acontece nas mais variadas áreas da vida. As pessoas mentem sem nenhuma cerimônia, desde que isso lhes dê alguma vantagem. Tem sido assim nas redes sociais, nas relações familiares, nas conversas de boteco, na grande mídia. Os meios são apenas isso: meios. As pessoas por trás dos meios, com suas intenções tortuosas e finalidades egoístas, é que são o problema. E isso causa grandes males, a pessoas e a países inteiros (como o Brasil), quando a guerra de narrativas busca tudo, menos a verdade, especialmente quando carece de uma motivação justa.</p>
<p>Assim, eu e você devemos tomar cuidado com o que assistimos. Cada pessoa precisa perguntar a si própria – e procurar responder com sinceridade – se a sua casa é local de assassinatos diários ou de outros tipos de males trazidos pelos meios de comunicação. Cada pessoa deve verificar se recebe costumeiramente “convidados” que a xingam e fazem piadas sobre a sua fé.</p>
<p>Porventura, já aconteceu de alguém aparecer na sua casa e tentar convencê-lo de que o pecado sexual é uma piada, que traição é algo normal, que ideologia de gênero é aceitável, que parcerias sexuais entre pessoas do mesmo sexo é bíblico e normal, e que a violência produzida como entretenimento é uma forma de lazer? Bem, se alguém passa algumas horas por dia diante da televisão, ou navegando na redes sociais, ou assistindo a vídeos “impuros” na internet, ou dando crédito a mentiras, então certamente isso já lhe aconteceu.</p>
<p>Embora não seja nenhuma novidade, o conteúdo moral do cinema, da televisão, e especialmente da internet, tem decaído constante e rapidamente nos últimos anos. A boa notícia é que nós não temos que cair junto, nem consumir ou mesmo nos deixar influenciar por toda essa sujeira lançada por esgotos tecnológicos movidos a ideologias malignas. Mas que isso causa influência sobre almas energúmenas em todo lugar, isso é inquestionável!</p>
<p>Todavia, tal coisa não é um fenômeno novo. O mundo tem sido bombardeado por todo tipo de dejetos morais há mais tempo do que a maioria de nós percebe.</p>
<p>Na França, foi publicada uma estatística sobre os assuntos que serviram de temas para os filmes distribuídos pelas empresas americanas em um ano, chegando-se aos seguintes números: 310 assassinatos; 104 roubos à mão armada; 74 delitos de chantagem; 43 incêndios voluntários; 14 delitos por trapaças; 642 casos de furtos; 182 casos de falso testemunho; 54 desvios de menores; 192 casos de adultérios femininos; 213 casos de adultérios masculinos. Essa “escola profissional” de mentiras, crimes e imoralidades produzidas em Hollywood refere-se a uma pesquisa realizada quando a maioria dos meus atuais leitores (nem eu) tinha nascido ainda, no longínquo ano de 1936. Depois disso, obviamente, a coisa piorou assustadoramente!</p>
<p>Um dado importante é que os nascidos a partir dessa época, havendo sido expostos rotineiramente a esse tipo danoso de entretenimento malicioso, certamente foram os jovens que protagonizaram as muitas “revoluções sociais” de comportamento (para pior) que o mundo enfrentou a partir dos anos de 1960, inclusive a famigerada “revolução sexual” que lançou nossos jovens no lamaçal movediço de muitas doenças sexualmente transmissíveis e, por fim, à destruição e morte precoce.</p>
<p>O Brasil de hoje é fruto de uma época de relativização moral. Daqui a alguns anos, o que será da geração que atualmente está sendo exposta a tanto dejeto moral sem nenhum senso crítico? Só Deus sabe ao certo, mas é previsível que boa coisa não será.</p>
<p>Sendo assim, devemos fugir de maledicências, não nos permitir ouvir ou falar linguagem vulgar (Ef 4.29). Evitemos que nossos ouvidos ouçam indignidades e nossos olhos assistam coisas que têm o potencial de nos fazer pecar ou nos diminuam aos olhos de Deus. E ninguém passe adiante nenhum “fato” que não seja moralmente adequado nem verdadeiro.</p>
<p>Tomemos cuidado com o que assistimos! Mas, acima de tudo, procuremos honrar a Deus com o que assistimos. Precisamos nos apegar à Palavra de Deus, lendo-a e meditando nela, ouvindo a voz do Espírito Santo. E deixemos Deus nos ensinar a sermos uma verdadeira bênção no mundo, para a glória de Cristo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>Diretoria da CEMAD/RJ participa do aniversário de 69 anos da Assembleia de Deus em Saracuruna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:19:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Assembleia de Deus em Saracuruna, presidida pelo Pr. Genival Leal, celebrou com grande júbilo seus 69 anos de história em Duque de Caxias, reunindo membros, visitantes e lideranças em uma programação marcada pela presença de Deus e forte comunhão cristã. O evento contou com a participação oficial da diretoria da CEMAD/RJ, reforçando a unidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia de Deus em Saracuruna, presidida pelo Pr. Genival Leal, celebrou com grande júbilo seus 69 anos de história em Duque de Caxias, reunindo membros, visitantes e lideranças em uma programação marcada pela presença de Deus e forte comunhão cristã. O evento contou com a participação oficial da diretoria da CEMAD/RJ, reforçando a unidade denominacional.</p>
<p>Reconhecida como uma igreja histórica na Baixada Fluminense, a AD Saracuruna tem sido, ao longo de quase sete décadas, um verdadeiro instrumento de transformação espiritual e social, impactando vidas por meio da pregação do Evangelho e ações que fortalecem a comunidade local.</p>
<p>Durante a celebração, momentos de louvor e adoração marcaram profundamente os cultos, relembrando a fidelidade de Deus ao longo dos anos. Hinos congregacionais e ministrações edificantes trouxeram encorajamento e renovação espiritual aos presentes.</p>
<p>A recepção à diretoria da convenção foi marcada por honra e alegria, evidenciando a harmonia e o alinhamento entre a igreja local e a liderança estadual, fortalecendo ainda mais os laços ministeriais e espirituais.</p>
<p>O ponto alto da festividade foi a solene ordenação de 176 novos obreiros, que, sob a imposição de mãos, assumiram o compromisso de servir com zelo, dedicação e fidelidade à obra do Senhor, contribuindo para o crescimento do Reino de Deus.</p>
<p>Essa consagração representa não apenas o crescimento do campo, mas também uma preparação estratégica para os desafios futuros, ampliando a atuação evangelística e missionária na região.</p>
<p>Ao completar 69 anos, a AD Saracuruna reafirma seu compromisso com a missão, olhando com esperança para o futuro e se preparando para celebrar seu jubileu de 70 anos, mantendo viva a chama do avivamento e da fé.</p>
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		<title>31 anos da Assemblea de Deus Centenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:57:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 8 a 12 de abril, foi celebrado o aniversário de 31 anos da Assembleia de Deus Centenário, pastoreada pelos pastores Jackson e Nazaré Silva, em noites marcadas pela poderosa presença de Deus e pela participação especial dos convidados Pr. Sandro Fontoura, Cantora Eurice Diniz, Pr. Toninho Tocha, Cantora Lídia Gonçalves e o Deputado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 8 a 12 de abril, foi celebrado o aniversário de 31 anos da Assembleia de Deus Centenário, pastoreada pelos pastores Jackson e Nazaré Silva, em noites marcadas pela poderosa presença de Deus e pela participação especial dos convidados Pr. Sandro Fontoura, Cantora Eurice Diniz, Pr. Toninho Tocha, Cantora Lídia Gonçalves e o Deputado Raimundo Santos, contando ainda com a presença dos pastores Samuel e Rebekah Câmara, além de Philipe e Luana Câmara, que abrilhantaram esse grande momento de comunhão; durante a programação, houve também uma manhã abençoada, repleta de glória, juntamente com um importante momento de ação social, no qual milhares de pessoas foram atendidas com diversos serviços, como emissão de documentos, corte de cabelo, distribuição de cestas básicas e atendimento médico, entre outros; a celebração marcou os 31 anos do Templo Centenário, que carrega uma rica história, sendo 16 anos como Vale da Bênção e 15 anos como Centenário Centro de Convenções; em 1995, o terreno foi adquirido durante a gestão do pastor Firmino Gouveia, recebendo o nome de Vale da Bênção devido às características do local; ao longo de 16 anos, funcionou como templo da igreja, consolidando-se como um importante espaço de adoração; em 2010, foi estabelecido como Centenário Centro de Convenções, tornando-se palco de grandes celebrações, como a comemoração dos 21 anos em 2016 e, mais recentemente, dos 31 anos em 2025; hoje, o espaço se destaca como uma das principais referências da Assembleia de Deus em Belém, a igreja-mãe do movimento pentecostal no Brasil, sendo um verdadeiro lugar de celebração, avivamento e expansão do Reino de Deus.</p>
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		<title>Entre o Ser e o Parecer</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Samuel Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certo adolescente tinha uma marca de nascença que lhe tomava quase a metade do rosto. Mas em vez de se sentir inseguro ou com vergonha de si mesmo, mostrava uma inabalável segurança em sua autoestima; ademais, mantinha um bom relacionamento com os colegas e era querido por todos. Ele parecia não ter consciência de sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Certo adolescente tinha uma marca de nascença que lhe tomava quase a metade do rosto. Mas em vez de se sentir inseguro ou com vergonha de si mesmo, mostrava uma inabalável segurança em sua autoestima; ademais, mantinha um bom relacionamento com os colegas e era querido por todos. Ele parecia não ter consciência de sua aparência, de modo que sempre lhe perguntavam o porquê dessa anomalia e por que não se incomodava.</p>
<p>Ele respondeu: “Desde que eu era pequenino, meu pai começou a dizer-me que eu tinha a marca de nascença por dois motivos: primeiro, porque um anjo me beijou; segundo, para que Papai do céu pudesse me achar no meio da multidão”. E acrescentou: “Meu pai me contou essa história tantas vezes e com tanto amor que, quando cresci, comecei a ter pena das outras crianças que não tinham sido beijadas por um anjo como eu”.</p>
<p>Embora o filho não tenha sido beijado por um anjo e nem Deus precise pôr um sinal em alguém para reconhecê-lo, aquele pai tinha um discernimento teologicamente correto em um ponto. Ele fez o seu filho entender que marcas de nascença ou deficiências físicas não são uma maldição, não provém de um julgamento divino; antes, porém, podem se tornar em bênção, quando admitimos que Deus não olha para a aparência física e pode nos dotar de abundante graça na vida.</p>
<p>O problema é que vivemos em um mundo tomado pela ideia de que o que importa não é a realidade, e sim a aparência; não é o que você é, mas o que parece ser. A conexão entre beleza e felicidade é tão evidente, que se alguém tem algum defeito ou não possui beleza, seu destino é ser tratado como “sucata da humanidade”.</p>
<p>Hoje, há drogas injetáveis para quem se recusa a envelhecer; há abundantes programas de dieta, nem tanto pela saúde, mas para ter um belo corpo; academias de ginástica proliferam e prometem esculpir corpos malhados e bonitos; cirurgias plásticas se tornaram imensamente acessíveis aos endinheirados e são o caminho mais fácil para refazer o corpo sob encomenda. Vivemos numa cultura intoxicada pelo culto da beleza e pela divinização do corpo.</p>
<p>Essa obsessão pela aparência física gera o subproduto da “epidemia de inferioridade”, a qual acomete pessoas que, por serem comuns e não terem nascido com uma confluência maravilhosa de genes, gostariam de estar do outro lado. É esse filão que os profissionais da publicidade e propaganda exploram.</p>
<p>O fato é que nascemos com um desejo legítimo de ter significação. Isso é uma bênção de Deus e deveria nos levar ao equilíbrio entre a ênfase apropriada no caráter e o cuidado conveniente pelo corpo. Mas como nossa cultura prima pela apreciação da beleza acima do caráter, muitos procuram se empenhar em satisfazer seus padrões de aceitação, pois desejam desesperadamente a aprovação dos outros.</p>
<p>É tudo uma questão de valores. Portanto, é hora de nos voltarmos aos valores cristãos fundamentais, ao fato de que somos criados por Deus, temos um valor intrínseco conferido por Ele, somos amados pelo Senhor a partir do que somos e não pelo que parecemos ser.</p>
<p>Quando o profeta Samuel foi enviado por Deus para ungir um rei para Israel entre os filhos do belemita Jessé, seus sete filhos mais velhos e bem-apessoados desfilaram com suas melhores roupas diante do velho profeta. Porém, o Senhor rejeitou todos eles. Diante da perplexidade de Samuel, Deus lhe respondeu: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm 16.7).</p>
<p>Essa verdade deveria estar totalmente impregnada em nossa mente, sabedores que Deus privilegia e recompensa o comportamento (caráter e fidelidade), e não a aparência física.</p>
<p>Sabemos que é injusto, à maioria dos mortais, competir no mundo da beleza física. Mas também sabemos que há coisas mais importantes que a aparência física, que é passageira, como está escrito: “A formosura é uma ilusão, e a beleza acaba” (Pv 31.30).</p>
<p>Jesus, o Filho de Deus, tinha uma aparência comum. Para identificá-lo entre os discípulos, Judas teve de lhe dar um beijo no rosto. Ele não era o bonitão que há séculos os artistas têm pintado em suas telas ou que os filmes mostram. É no mínimo curiosa a descrição que Dele fez o profeta Isaías: “Não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse” (Is 53.2).</p>
<p>O que contava para Jesus, acima de tudo, era o Seu caráter e fidelidade ao Pai, não a Sua aparência. Em vez de buscar ser aceito e medido por valores mundanos ou religiosos arbitrários, Ele se entregou totalmente ao cumprimento da vontade de Deus, privilegiando a comunhão íntima com o Pai, pois isso era tudo o que realmente importava. Devemos seguir o Seu exemplo!</p>
<p>Olhe para dentro de você, busque encontrar os dons de Deus que o definem, e confie na direção do Senhor para viver a sua melhor história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>A Páscoa que Mudou a História</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:07:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Samuel Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe-se que a Páscoa foi instituída, originalmente, como a festividade símbolo da libertação do povo de Israel do Egito, no evento conhecido como Êxodo. O Senhor Deus emitiu uma ordem específica ao Seu povo, cuja obediência traria a proteção divina e a consequente libertação da escravidão egípcia. Cada família deveria tomar um cordeiro sem defeito, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe-se que a Páscoa foi instituída, originalmente, como a festividade símbolo da libertação do povo de Israel do Egito, no evento conhecido como Êxodo. O Senhor Deus emitiu uma ordem específica ao Seu povo, cuja obediência traria a proteção divina e a consequente libertação da escravidão egípcia. Cada família deveria tomar um cordeiro sem defeito, sacrificá-lo e comê-lo assado. Depois deviam passar o sangue do cordeiro nos umbrais e nas vergas das portas, pois o Anjo da Morte percorreria a terra e passaria por cima das casas que tivessem o sinal do sangue, poupando os seus primogênitos. Daí o termo Páscoa, do hebraico <em>pesah</em>, que significa “passar por cima”, ou “poupar”. (Êxodo 12)</p>
<p>Depois que o povo de Israel saiu do Egito, Deus ordenou que se celebrasse continuamente a Páscoa como um memorial dessa libertação. Na semana da crucificação de Jesus certamente esse rito foi seguido.</p>
<p>Estima-se que cerca de 250 mil cordeiros eram mortos, no período de duas horas, por seiscentos sacerdotes, o que tornava toda Páscoa mais ou menos “igual”, repetitiva. O sangue desses sacrifícios escorria até o ribeiro Cedrom, cujas águas ficavam densas e tingidas de sangue. Tudo permanecia igual; mas só até àquela última Páscoa, que foi diferente de todas as demais, pois ali Jesus, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, foi morto para nos salvar da escravidão do pecado.</p>
<p>Assim, pois, a semana que mudou o curso da História teve uma pessoa especial como seu protagonista: Jesus Cristo, o Filho de Deus. A semana da Páscoa foi definidora para a História, não por causa de sua religiosidade festiva, mas porque a humanidade passou a ter uma real possibilidade de ter acesso ao plano divino de salvação eterna e de reatar a sua comunhão com Deus.</p>
<p>A semana da Páscoa foi riquíssima em acontecimentos inusitados. Jesus fez assombrosas revelações proféticas a respeito do futuro da humanidade, falou de Sua própria morte como um sacrifício necessário e indispensável, e anunciou a abjeta traição por um “amigo” (Mateus 24 a 26). Do lado oposto, Sua morte foi selada em um pacto de traição e os inimigos se organizaram para acusá-lo de graves blasfêmias e dar cabo de Sua vida.</p>
<p>Mas o que estava por trás dos acontecimentos, algo que só Jesus podia ver, era o plano divino de redenção da raça humana, possibilitado pelo Seu próprio sacrifício expiatório. Desse modo, a Páscoa era o pano de fundo de onde se desenrolou o enredo da paixão de Cristo e de onde brotou a nossa esperança eterna.</p>
<p>Jesus incomodava demais com Sua mensagem clara e contundente, pois anunciava que o Reino de Deus estava próximo e que, para entrar nele, era necessário arrependimento e conversão. Tudo contrário à pregação de regras e à adoração formal dos rituais religiosos da época. Tanto que as autoridades judaicas queriam matá-lo.</p>
<p>Jesus, porém, se encaminhou resolutamente para Jerusalém, pois sabia que ali, exatamente durante a Páscoa, é que se cumpriria a libertação espiritual que a própria festividade exemplificava. Nada poderia detê-lo, pois Ele estava pronto para o sacrifício de morrer pela humanidade. Mais que isso, Ele sabia que a Sua morte vicária era a única esperança para a humanidade caída.</p>
<p>O simbolismo profético da Páscoa hebraica referia-se a “sombras das coisas futuras”, ou seja, um evento ainda por vir, que era a Redenção efetuada por Cristo. Paulo afirmou: “Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós” (1Co 5.7). Assim, o cordeiro pascal morto servia como modelo antecipado do sacrifício de Cristo na cruz pelos nossos pecados.</p>
<p>Em suma, a Páscoa simboliza três coisas: liberdade da escravidão, salvação da morte e caminhada para a terra prometida. Para os hebreus, isso tinha um sentido físico, pois havia a escravidão do jugo egípcio a ser subvertida, uma morte ignominiosa iminente a ser suplantada e a esperança de uma terra a ser conquistada.</p>
<p>Para nós, hoje, há o sentido de natureza estritamente espiritual, pois precisamos ser libertos da escravidão do pecado e salvos da morte eterna, caminhando avante na certeza de que um dia “estaremos para sempre com o Senhor” em Seu Reino eterno.</p>
<p>Esta semana é, portanto, muito importante para todos nós. Precisamos fazer deste momento uma oportunidade de reflexão, verificando a posição em que estamos diante de Deus, se em comunhão ou distantes.</p>
<p>Na Páscoa, obviamente, não cabe o sentimento misto de tristeza e compaixão pela morte de Cristo, como se Ele ainda estivesse impotente na cruz ou inerte no túmulo. Antes, a Páscoa deve ser comemorada com alegria, pois Sua morte e ressurreição apontam para a libertação que Jesus nos propiciou (Rm 4.25). Se Cristo não tivesse ressuscitado, a nossa fé seria vã e nós seríamos os mais infelizes de todos os homens (1Co 15.19). Mas Cristo ressuscitou! Ele vive! E porque Jesus está vivo, a nossa esperança é eterna.</p>
<p>Ainda ressoam no Universo a palavra dos anjos às mulheres: “Buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; Ele ressuscitou, não está mais aqui”. É isto que torna a semana da Páscoa importante, pois nela o destino do mundo foi mudado por Jesus Cristo. Feliz Páscoa!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>Vale a Pena Guardar os Mandamentos?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:06:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>  Essa questão de se vale a pena (ou não) guardar os mandamentos de Deus é bem antiga. Há cerca de três mil anos, foi levantada por um homem chamado Asafe. Ele era um homem íntegro e respeitado, considerado o segundo maior salmista (depois do rei Davi), tendo composto doze salmos na Bíblia. Não obstante crer [&#8230;]</p>
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<p>  Essa questão de se vale a pena (ou não) guardar os mandamentos de Deus é bem antiga. Há cerca de três mil anos, foi levantada por um homem chamado Asafe. Ele era um homem íntegro e respeitado, considerado o segundo maior salmista (depois do rei Davi), tendo composto doze salmos na Bíblia. Não obstante crer firmemente na bondade de Deus para com Seus filhos, Asafe confessa que chegou a ter tanta inveja dos soberbos, por causa da prosperidade dos ímpios, que os seus pés quase se desviaram dos caminhos de Deus. “Quase se resvalaram os meus pés” — ele bradou.</p>
<p>Esses ímpios achavam que Deus não se importava, e diziam: “Como sabe Deus? Acaso, há conhecimento no Altíssimo?” (Leia o Salmo 73)</p>
<p>Asafe ficou tão perturbado que chegou a pensar que de nada importava purificar o coração e lavar as mãos na inocência. Sua preocupação era legítima, mas mal focada. Tal como a das pessoas que vivem com seriedade diante de Deus, mas que, em razão de verem tanta coisa errada, acabam se desanimando pelo caminho.</p>
<p>Atribulado, Asafe entendeu que, o “só refletir para compreender isso, achei mui pesada tarefa”; e então, ele tratou com Deus sobre o assunto. Quando ele entrou “no santuário de Deus”, veio a atinar “com o fim deles”, e disse: “Tu certamente os pões em lugares escorregadios e os fazes cair na destruição”. Isso não era uma mera acusação contra eles, mas a afirmativa de uma certeza de que não vale a pena desobedecer a Deus e, assim, vir a andar longe dele.</p>
<p>Ao ver o fim dos ímpios, Asafe também teve de olhar para dentro de si; e, encontrando a sua debilidade emocional, veio a declarar: “Quando o coração se me amargou e as entranhas se me comoveram, eu estava embrutecido e ignorante; era como um irracional à tua presença”. Ele também entendeu que valia a pena guardar os mandamentos de Deus, e afirmou o seu destino: “Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória”. Depois disso, sua expressão existencial mudou, ele ajustou o seu passo e corrigiu o seu caminho numa vida pontuada de gratidão a Deus e certeza de fé de que é o Senhor que define a sua vitória.</p>
<p>De fato, o destino dos que se banqueteiam em iniquidade e desdenham dos mandamentos de Deus será uma vida tortuosa e, por fim, a perdição eterna. Espero sinceramente que ainda dê tempo de todos virem a se arrepender e acertem as contas com a Justiça divina, e assim, busquem a misericórdia de Deus e Seu perdão. E oro para que Deus use de misericórdia para com todos.</p>
<p>Para que o nosso coração não se desvaneça, Jesus deixou sete promessas que identificam as vantagens temporais e eternas para quem guarda os mandamentos de Deus:</p>
<p>(1) Deus se manifestará a ele. “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14.21).</p>
<p>(2) Será comparado ao homem prudente. “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mt 7.24-25).</p>
<p>(3) Será morada de Deus. “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (Jo 14.23).</p>
<p>(4) Permanecerá no amor de Cristo. “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço” (Jo 15.10).</p>
<p>(5) Será amigo de Jesus. “Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando” (Jo 15.14).</p>
<p>(6) Será considerado grande. “Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus” (Mt 5.19).</p>
<p>(7) Entrará na vida eterna. “Bom só existe um (que é Deus). Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos” (Mt 19.17).</p>
<p>Desse modo, qual a vantagem daqueles que não guardam os mandamentos de Deus? Nenhuma! Tudo o que construírem virará cinzas, inclusive eles. E o que eu ganho por guardar os mandamentos de Deus? Tudo de bom, mesmo que as lutas da existência sejam duras e difíceis. Além de viver na bênção de Deus e em paz com a consciência aqui na Terra, estará com Ele em glória por toda a eternidade.</p>
<p>Nunca se descuide de que vale a pena guardar os mandamentos de Deus, sabendo desta promessa: “Eu faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êx 20.6). Amém!</p>
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<p>&nbsp;</p>
<div class="gmail_quote">
<div><b>Samuel Câmara</b></div>
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<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>As Marcas do Amor Maior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:24:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O amor deixa marcas. A esse propósito, trago-lhe a história de um menino que tinha no rosto uma horrível cicatriz. De tão feia, os alunos do colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado; na realidade, quando o viam, franziam a testa horrorizados. Era tal o incômodo que os alunos se reuniram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O amor deixa marcas. A esse propósito, trago-lhe a história de um menino que tinha no rosto uma horrível cicatriz. De tão feia, os alunos do colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado; na realidade, quando o viam, franziam a testa horrorizados. Era tal o incômodo que os alunos se reuniram com o professor e solicitaram que o “menino da cicatriz” não frequentasse mais o colégio. O professor acabou levando o caso à diretoria do colégio. A diretoria chegou à conclusão de que não poderia tirar o menino do colégio, mas que conversaria com ele para que se sentasse no fundo da sala, de modo que nenhum aluno visse o seu rosto, a não ser que olhasse para trás.</p>
<p>O professor achou magnífica a ideia da diretoria, pois sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levada ao conhecimento do menino a decisão, ele prontamente aceitou a imposição do colégio, mas com uma condição: que ele se apresentasse diante da classe para dizer o porquê daquela cicatriz.</p>
<p>Com a concordância da turma, no dia marcado, o menino entrou na sala, postou-se à frente dos alunos e começou a relatar sua história: “Sabe, turma eu entendo vocês, na realidade minha cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e, para ajudar nas despesas de casa, ela passava roupa para fora. Nessa época, eu tinha 7 anos de idade”.</p>
<p>A turma estava em silêncio e atenta. O menino continuou: “Eu tinha mais três irmãozinhos: um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha recém-nascida. Foi então que, não sei como, a nossa casa, que era muito simples e feita de madeira, começou a pegar fogo. Minha mãe correu até o quarto em que estávamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora. Havia muita fumaça; as paredes, que eram de madeira, logo pegaram fogo. Então, minha mãe me deixou cuidando dos meus irmãos até ela voltar, pois teria de retornar à casa para pegar minha irmãzinha que continuava no berço lá dentro. Quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas, não a deixaram passar. Eu ouvia minha mãe gritar desesperadamente: “Minha filhinha está lá dentro!”. Vi no rosto de minha mãe o desespero, e ela gritava muito”. A classe permanecia solenemente em silêncio.</p>
<p>“Foi então que decidi fazer alguma coisa. Deixei meus irmãozinhos sentados e disse-lhes que não saíssem dali até eu voltar. Saí sem ser notado e entrei na casa tomada pela fumaça. Estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia onde ficava o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá, ela estava enrolada em um lençol e chorava muito. Nesse momento, vi caindo alguma coisa em chamas; então, joguei-me em cima dela para protegê-la, e aquela coisa ardente feriu o meu rosto”.</p>
<p>A turma estava respeitosamente quieta, atenta ao menino e já se sentindo envergonhada. Então o menino continuou: “Vocês podem achar esta cicatriz feia, mas tem alguém lá em casa que a acha muito linda. E todos os dias, quando volto para casa, a minha irmãzinha me dá um belo beijo no rosto, porque ela sabe que a minha cicatriz é marca do amor”. Lágrimas escorriam nos rostos dos alunos, que não sabiam o que dizer ou fazer; e então o menino foi para o fundo da classe e sentou-se quieto. Agora todos sabiam que aquelas cicatrizes eram “marcas do amor”.</p>
<p>Quando descobrimos esse amor sacrificial, também encontramos as marcas que ele deixa. E que marcas! Quanto maior o amor, maiores as marcas.</p>
<p>Por exemplo, “as marcas do amor maior” são as que Jesus sofreu por nós. As marcas do amor de Jesus estão nas lacerações das chicotadas, nos cortes e hematomas dos socos e pontapés e pedradas, no furo da lança no peito, nos furos da coroa de espinhos na cabeça, nas cicatrizes dos pregos nas mãos e nos pés. São as marcas do Seu amor incondicional que o levou a morrer por nós e a pagar o preço pelo nosso pecado, a fim de nos salvar da condenação eterna.</p>
<p>Essas cicatrizes ou marcas seriam nossas, se Jesus não tivesse se colocado entre nós e as chamas do juízo divino, entre nós e a perdição eterna, entre nós e o fogo da maldição do pecado; e então, Ele nos protegeu, morreu por nós, para que possamos ser perdoados e herdar a vida eterna.</p>
<p>Jesus sacrificou a Sua vida no altar desse amor incondicional, que se entrega todo, mesmo tendo de sofrer as mais diversas intolerâncias e perseguições e os castigos que lhe deixaram marcas indeléveis no corpo, para que sejamos adotados como filhos de Deus e herdeiros do Seu reino.</p>
<p>É por isso que eu não me envergonho do Evangelho de Jesus Cristo, nem das marcas do Seu amor, pois é nessa mensagem desse amor incondicional que reside o poder para a salvação de todo aquele que crê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>Deus requer entrega total</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 15:21:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Samuel Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 85% da população do Brasil se declara como sendo de fé cristã, entre católicos, evangélicos e outros grupos menores; ou seja, essa multidão corresponde a pessoas que se declaram como seguidores de Jesus Cristo. E eu estou bem certo de que Deus deseja ardentemente manter um relacionamento de intimidade com cada um desses, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 85% da população do Brasil se declara como sendo de fé cristã, entre católicos, evangélicos e outros grupos menores; ou seja, essa multidão corresponde a pessoas que se declaram como seguidores de Jesus Cristo. E eu estou bem certo de que Deus deseja ardentemente manter um relacionamento de intimidade com cada um desses, entre os quais eu me incluo. Por isso é necessário que saibamos o que Jesus disse sobre essa caminhada, como começa e como se mantém.</p>
<p>Jesus ensinou que Deus requer entrega total! Deus não aceita meio termo, não se satisfaz com porções, não se contenta com as nossas sobras, quer de tempo ou de recursos, como geralmente aponta o caminho da religiosidade humana. Na verdade, para Deus, é “tudo ou nada”. Ele não nos dá o Seu Espírito por medida, ou seja, se entrega totalmente, de modo que a entrega total é a única contrapartida no relacionamento que deseja ter conosco (Jo 3.34).</p>
<p>Isso ficou bem explicitado quando, certa feita, um dos escribas dos fariseus perguntou a Jesus: “Qual é o principal de todos os mandamentos?”. A resposta de Jesus não deixou qualquer dúvida: “O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força” (Mc 12.28-30).</p>
<p>Isso quer dizer simplesmente que a natureza de nossa dedicação tem de partir de uma entrega total e absoluta de todo o nosso ser, com todo o nosso esforço consciente, na plenitude da razão e do compromisso de quem, por assim dizer, “queimou todas as pontes” porque não cogita jamais em retornar a qualquer padrão inferior ou menos exigente do caráter cristão.</p>
<p>O que Jesus disse diferia totalmente do que os religiosos de sua época pregavam. Para Jesus não bastava dar coisas para Deus, quer fosse a sobra dos ricos ofertada sob o rufar de tambores e o tinir de clarins, ou a devoção religiosa estereotipada numa liturgia espalhafatosa para ser louvada pelos transeuntes admirados, tampouco os holocaustos oferecidos num culto onde os adoradores tinham a boca cheia de louvores, mas o seu coração se achava longe de Deus (Mc 7.6).</p>
<p>E por que Deus quer que o amemos com a totalidade do nosso ser? Deus mesmo respondera à nação israelita que se achava desamparada: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13). É simples: Deus quer que o achemos em todas as coisas e eventos da nossa vida. E se cada cristão se entregar totalmente a Ele, certamente terá o Seu Espírito Santo “sem medida”.</p>
<p>Em outras palavras, se amarmos a Deus com a plenitude do nosso ser e esforço, também teremos da parte de Deus a plenitude do Seu amor e bondade, bem como a vida eterna. Isto por que Deus quer manter um relacionamento pleno conosco, não um mero exercício de religiosidade baseado em tarefas. Deus deseja ser nosso amigo, não nosso patrão. Deus espera que andemos com Ele em novidade de vida, não que o visitemos num dia de culto porque estamos quebrados. Deus anseia por nos abençoar, não em responder às nossas elaboradas barganhas religiosas. Deus quer ser nosso Pai, não nosso padrasto; porquanto, aguarda que confiemos Nele como nosso tudo, como socorro e apoio para todos os momentos, não como um utilitário divino para quando estamos atribulados ou colhendo os frutos amargos de nossas escolhas egoístas.</p>
<p>Há muitos cristãos sinceros que vivem esse padrão positivo de espiritualidade. Graças a Deus por isso! Mas há outros tantos que, a despeito de tudo que ouvem e aprendem, continuam indo aos templos simplesmente por pensarem que, cultuando a Deus do seu jeito, podem continuar a manter sua dedicação de meio termo intocada, enquanto esperam, em troca, que Deus os abençoe e os faça prosperar em tudo.</p>
<p>Todavia, nessa sua entrega parcial, acabam não tendo nenhum desejo de manter intimidade com o Senhor. Querem que o Pai celestial responda às suas orações, mas não desejam relacionamento com Ele. Não buscam a Sua face, não desejam ardentemente a Sua proximidade, não anseiam por Sua comunhão; simplesmente não têm vontade de permanecer de cumprir Seus mandamentos e viver com integridade em Sua presença, muito menos se dispõem a amá-lo de todos o coração.</p>
<p>A essência do Evangelho do Reino que Jesus Cristo pregava é que “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.24). Isto é a súmula de toda a revelação bíblica, estabelecida no fato de que Deus deseja manter um relacionamento de intimidade com todos os Seus filhos; e que isso não pode ocorrer, de modo algum, sem o amor que se entrega “de todo o coração, de toda a alma, de toda a força e de todo o entendimento”.</p>
<p>Portanto, a exigência de Deus é que cada cristão se entregue totalmente a Ele, e assim, receba a plenitude de Seu amor e a vida eterna. E eu desejo sinceramente que cada cristão consiga discernir e viver plenamente essa graça. Seja você um destes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>Quando Deus parece distante</title>
		<link>https://portalcadb.com.br/quando-deus-parece-distante-6690/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Samuel Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora mesmo, em vários países, milhares de cristãos estão sendo perseguidos, torturados e mortos por causa da sua fé em Jesus Cristo. Por que não desistem de seguir a Jesus e vivem? Por que continuar sendo fiel a Deus e morrer? A resposta, pelo testemunho deles, é que mesmo diante do perigo e da morte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora mesmo, em vários países, milhares de cristãos estão sendo perseguidos, torturados e mortos por causa da sua fé em Jesus Cristo. Por que não desistem de seguir a Jesus e vivem? Por que continuar sendo fiel a Deus e morrer? A resposta, pelo testemunho deles, é que mesmo diante do perigo e da morte iminentes, Deus não lhes parece, de modo algum, estar distante; e eles, mesmo em face do martírio, se sentem seguros nas mãos de Deus. Pois eles também sabem que, uma vez que se começa a caminhar com Deus, só precisam continuar andando com Ele, e toda a vida torna-se uma longa caminhada com um final eternamente feliz.</p>
<p>Isso é bem diferente do que costumeiramente podemos presenciar em lugares onde há plena liberdade de servir a Deus. Não poucos cristãos se sentem conturbados por acharem que Deus parece estar distante, sem se preocupar com suas necessidades pessoais ou com nada que façam ou deixem de fazer. Deus não somente parece estar distante, mas também se mantém calado. O resultado imediato disso é que essas pessoas têm enorme dificuldade para se relacionarem com Deus, e negam a Cristo por qualquer coisa.</p>
<p>Alguns casos, particularmente, não são nada fáceis de entender. Em outros casos, porém, a verdadeira razão logo aparece: culpa, pecado não confessado, espírito de vingança, orgulho, vícios, ansiedade, e assim por diante. Nesses casos, torna-se necessário haver confissão de pecados, restituição, perdão, enfim, o abandono completo de comportamentos destrutivos e o retorno humilde ao Senhor.</p>
<p>Eu já vi muitas vidas serem restauradas, pois é certo que “as misericórdias do Senhor não têm fim”. E ainda: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9).</p>
<p>No entanto, quando não há nenhum pecado evidente, pois a pessoa mantém uma vida limpa e submissa ao Senhor Jesus, medita na Palavra de Deus e ora com persistência, o melhor conselho que eu posso oferecer é este: Mantenha o curso da sua vida normalmente, espere no Senhor e continue a fazer o bem. Ele dará a resposta e solução no tempo e do modo certos.</p>
<p>A Bíblia apresenta exemplos de pessoas que enfrentaram problemas semelhantes, algumas das quais eram realmente santas e tementes a Deus. O profeta Jeremias, por exemplo, era reconhecidamente um profeta de Deus. Ele marcou tão profundamente a alma da nação israelita que Jesus, cerca de 650 anos depois, foi comparado a ele, certamente por causa do mesmo espírito de compaixão (Mt 16.14).</p>
<p>Jeremias passou por momentos difíceis na sua relação com Deus, pois sentia como se Deus estivesse distante e em oposição a ele. Numa descrição estonteante, Jeremias descreve a sua angústia em relação a Deus (Leia Lamentações 3.1-25).</p>
<p>Jeremias sentia como se Deus tivesse voltado contra ele a Sua mão (v.2). Ele clamava, mas parecia não ser ouvido (v.8). Sentia-se como se Deus o estivesse caçando (v.10). Via-se como motivo de escárnio do povo e objeto de suas canções (v.14). De tanto não ter paz na alma, chegou a esquecer-se do bem (v.17). Por fim, achou que a sua esperança no Senhor havia acabado (v.18). Mas uma coisa aconteceu: ao colocar a sua tristeza em palavras, Jeremias viu que uma luz penetrava na escuridão e restaurava a sua esperança no Senhor. Ele passou a fazer afirmações de fé e buscou trazer à memória o que lhe podia dar esperança (v.21).</p>
<p>Então ele concluiu: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca” (vs.21-25).</p>
<p>Paulo foi perseguido, ameaçado, preso, espancado, humilhado, tudo por pregar o Evangelho de Cristo. Mas era isto que o definia: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1.21).</p>
<p>Por causa do silêncio de Deus, ou de Sua suposta ausência, muitos carregam o fardo pesado da ansiedade. Mas a ansiedade existe praticamente devido a problemas do amanhã que assumimos como nossos, quando deveríamos colocá-los nas mãos de Deus. Pedro ensinou que devemos lançar sobre Deus toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de nós (1Pe 5.7).</p>
<p>Quanto aos erros do passado e as suas sobras, só resta confissão e abandono, buscando o perdão e a restauração do Senhor. Quanto às preocupações da vida, é mister deixá-las aos cuidados de Deus; relaxe e siga a orientação do Espírito: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá” (Sl 55.22).</p>
<p>Se você pensa que, por causa da aparente grandeza dos seus problemas, Deus lhe parece distante, não se desespere. Confie em Deus, ore e conte tudo a Ele. Continue a andar corretamente, e a luz de Deus penetrará a sua alma e iluminará o seu caminho. E então você perceberá que a provação pela qual passou lhe tornou mais forte e saberá que Deus sempre esteve perto e cuidando de você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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		<title>Ninguém me entende&#8230;</title>
		<link>https://portalcadb.com.br/ninguem-me-entende-6687/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 01:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Samuel Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ninguém me entende!” – é a expressão que demonstra a frustração de uma alma que clama por atenção e carinho. Nessas horas de solidão, não importam as palavras ditas para nos consolar, a sensação restante é que ninguém sabe o quanto estamos machucados por dentro, que ninguém conhece a causa da nossa dor ou como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Ninguém me entende!” – é a expressão que demonstra a frustração de uma alma que clama por atenção e carinho. Nessas horas de solidão, não importam as palavras ditas para nos consolar, a sensação restante é que ninguém sabe o quanto estamos machucados por dentro, que ninguém conhece a causa da nossa dor ou como realmente nos sentimos. E quando temos esse sentimento, o que no fundo ansiamos é que alguém, em algum lugar, nos compreenda perfeitamente e nos aceite sem restrições, nos olhe sem julgamentos e nos receba sem fingimentos.</p>
<p>Anelamos por encontrar uma pessoa que saiba exatamente como nos sentimos e que jamais venha a nos abandonar nos momentos difíceis que enfrentamos. Pode parecer uma utopia sentimentalista, ou mesmo um escapismo emocional, mas será que essa pessoa existe?!</p>
<p>Será que existe alguém que possa entender o motivo de tamanha confusão nos relacionamentos interpessoais? Existe alguém que possa compreender o que significa conviver com as muitas insatisfações, frustrações e pressões do dia a dia? Existe alguém que entenda de rejeição, dor e sofrimento?</p>
<p>Existe alguém que compreenda o que significa carregar consigo a dor incomunicável de ter sofrido abuso? Existe alguém que saiba o que é lutar contra sentimentos autodestruidores de carregar uma autoimagem negativa que lhe puxa para baixo?</p>
<p>A boa notícia é que essa pessoa existe. Seu nome é Jesus Cristo!</p>
<p>Jesus entende de relacionamentos. Ele nasceu e cresceu como qualquer um de nós e, portanto, sabia o que era ser um bebê, uma criança, um adolescente e um adulto. Ele tinha uma família, e sabia o que era conviver com pai e mãe, irmãos e irmãs. Sabia o que era ter amigos íntimos, entre os quais Pedro Tiago e João; também Marta, Maria e Lázaro. Teve, inclusive, de enfrentar a dor da traição de um “amigo”, Judas. Jesus sabia o que era ter inimigos também.</p>
<p>Jesus entende de pressões no trabalho. A profissão na qual Jesus passou a maior parte de sua vida não foi de mestre ou pregador, e sim de carpinteiro. Jesus passou mais tempo na carpintaria que no templo. Naquela época, o carpinteiro era um verdadeiro construtor, o que exigia talento e qualificação especializada. Jesus sofreu na pele o cansaço estafante de um dia inteiro de trabalho e sabia o que era ter calos nas mãos. Ele conhecia a frustração provocada pelo mau tempo, pelas ferramentas quebradas, pelo não pagamento de serviços prestados. Jesus também teve de lutar contra a monotonia e o tédio de ter que executar serviços repetitivos.</p>
<p>Uma coisa que podemos dizer sobre Jesus, sem medo de errar, é que ele realmente entende de sofrimento.</p>
<p>O profeta Isaías predisse o que facilmente poderia ser colocado na biografia de Jesus como capítulo de dores e rejeições: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (Is 53.3-7).</p>
<p>Logo no início de Seu ministério público, Jesus experimentou preconceito e desprezo público, pois ninguém achava que poderia vir alguma coisa boa de Nazaré. “Não é esse o carpinteiro?” – perguntavam zombeteiramente outros. Afinal, eles achavam que o Messias jamais viria de uma família de trabalhadores, tampouco de uma cidade insignificante.</p>
<p>Jesus também enfrentou a rejeição das autoridades que o perseguiram. Até mesmo seus irmãos não acreditavam nele. Judas o vendeu pelo preço de um escravo. E os outros discípulos, seus amigos, o abandonaram no momento de sua maior necessidade.</p>
<p>Jesus sofreu uma enorme dor física. Foi esmurrado, esbofeteado, açoitado, torturado, e lhe puseram uma coroa de espinhos. Foi pregado na cruz. Derramou o seu sangue inocente. Morreu pelos nossos pecados. Isso definiu a profecia de que Jesus “sabe o que é padecer”.</p>
<p>Desse modo, se você acha que ninguém sabe o que você está a passar, que ninguém se importa, que ninguém entende a sua dor, então saiba que Jesus entende.</p>
<p>Se você se sente incompreendido no trabalho, ou no seu lar; se sente tédio e frustração, saiba: Jesus entende você! Ele sabe o que significa conviver com as muitas insatisfações que acompanham a labuta diária.</p>
<p>Se você pensava: “Ninguém me entende”, a partir de agora pode dizer sem receio: “Ninguém me entende como Jesus”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Samuel Câmara</strong></p>
<p>Pastor da Assembleia de Deus em Belém</p>
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